domingo, 5 de julho de 2009
Video de gatos discutindo - Você vai morrer de rir
O que você achou? Dê sua opinião para o nosso blog, ela será muito bem vinda.
sábado, 4 de julho de 2009
Formiga-leão, que formiga é essa?

O termo formiga-leão é a designação comum aos insetos neurópteros da família dos Myrmeleontidae, cujas larvas, providas de longas mandíbulas, se enterram no fundo de um funil cônico por elas construído na areia para capturar presas que aí caem. Também são conhecidos pelos nomes de cachorrinho-do-mato, formigão, furão, joão-torrão, mirmeleão, piolho-de-urubu e tatuzinho.
Apesar do nome vulgar, estes insetos não pertencem ao grupo das formigas.
Apesar do nome vulgar, estes insetos não pertencem ao grupo das formigas.
Generos
Glenurus
Dendroleon
Brachynemurus
Vella
Myrmeleon
Paranthaclisis
Euptilon
Scotoleon
Dendroleon
Brachynemurus
Vella
Myrmeleon
Paranthaclisis
Euptilon
Scotoleon
veja mais no: http://pt.wikipedia.org/wiki/Formiga-le%C3%A3o
sábado, 27 de junho de 2009
Gorila, um bicho quase humano

Os gorilas são mamíferos primatas pertencentes ao género Gorilla, endémicos das florestas tropicais do centro da África. O fato de compartilharem 98%-99% do DNA com os seres humanos faz dos gorilas o parente vivo mais próximo, logo depois dos chimpanzés. O gorila é o maior primata atualmente.
Os gorilas vivem em florestas tropicais ou sub-tropicais. Apesar da sua área de distribuição abranger apenas uma pequena percentagem de África, os gorilas existem numa grande variedade de altitudes. Os gorilas-de-montanha (Gorilla beringei beringei) habitam as florestas montanhosas do Albertine Rift, existendo entre os 2.225 até aos 4.267 m. Os gorilas-do-ocidente moram em florestas densas e pântanos das terras baixas e marisma até ao nível do mar.
Os gorilas vivem em florestas tropicais ou sub-tropicais. Apesar da sua área de distribuição abranger apenas uma pequena percentagem de África, os gorilas existem numa grande variedade de altitudes. Os gorilas-de-montanha (Gorilla beringei beringei) habitam as florestas montanhosas do Albertine Rift, existendo entre os 2.225 até aos 4.267 m. Os gorilas-do-ocidente moram em florestas densas e pântanos das terras baixas e marisma até ao nível do mar.
Fisiologia
Os machos medem entre 1,65 e 2 metros de altura, e pesam entre 170 e 250 kg e as fêmeas a metade do peso dos machos, sendo considerado o maior dos primatas da atualidade. É capaz de levantar até 2 toneladas com os dois membros anteriores.
Os gorilas, geralmente, se locomovem em quatro patas. As suas extremidades anteriores são mais longas que as posteriores e semelhantes a braços, ainda são utilizadas também como ponto de apoio ao caminhar.
A estrutura facial do gorila é denominada de "mandíbula protuberante", já que ela é muito maior que o maxilar.
A gestação dura oito meses e meio e normalmente a próxima gestação só ocorre três ou quatro anos depois o nascimento, tempo este que os filhotes convivem com a mãe. A maturidade sexual é atingida entre 10 e 12 anos pelas fêmeas e entre 11 e 13 anos pelos machos, podendo ser modificados estes anos com a vivência nos cativeiros. E a esperança de vida oscila entre os trinta e cinqüenta anos, o record nesta categoria está com um gorila dum zoológico da Filadélfia que morreu aos 54 anos.
Sua dieta alimentar é, em grande parte, herbívora, uma vez que alimentam-se de frutas, folhas, brotos, mas também os insetos compõem menos de 2% do seu cardápio.
Todos os gorilas compartilham o mesmo tipo sangüíneo, o tipo B, e assim como os humanos, cada um indivíduo possue uma impressão digital única.
Os gorilas, geralmente, se locomovem em quatro patas. As suas extremidades anteriores são mais longas que as posteriores e semelhantes a braços, ainda são utilizadas também como ponto de apoio ao caminhar.
A estrutura facial do gorila é denominada de "mandíbula protuberante", já que ela é muito maior que o maxilar.
A gestação dura oito meses e meio e normalmente a próxima gestação só ocorre três ou quatro anos depois o nascimento, tempo este que os filhotes convivem com a mãe. A maturidade sexual é atingida entre 10 e 12 anos pelas fêmeas e entre 11 e 13 anos pelos machos, podendo ser modificados estes anos com a vivência nos cativeiros. E a esperança de vida oscila entre os trinta e cinqüenta anos, o record nesta categoria está com um gorila dum zoológico da Filadélfia que morreu aos 54 anos.
Sua dieta alimentar é, em grande parte, herbívora, uma vez que alimentam-se de frutas, folhas, brotos, mas também os insetos compõem menos de 2% do seu cardápio.
Todos os gorilas compartilham o mesmo tipo sangüíneo, o tipo B, e assim como os humanos, cada um indivíduo possue uma impressão digital única.
Inteligência
Os gorilas são aparentados aos humanos e são considerados altamente inteligentes. Alguns indivíduos em cativeiro, tais como a Koko, aprenderam alguns sinais da linguagem gestual (veja linguagem animal para uma discussão)
Uso de ferramentas
As seguintes observações foram feitas por uma equipa liderada por Thomas Breuer da Wildlife Conservation Society em Setembro de 2005. Os gorilas são conhecidos por usarem ferramentas na natureza. Uma gorila fêmea do Nouabalé-Ndoki National Park na República do Congo foi gravada a usar um pau para determinar a profundidade da água enquanto atravessava um pântano. Uma segunda fêmea foi vista a usar um toco de árvore como uma ponte e também para a suportar enquanto pescava no pântano. Isto que dizer que todos os hominídeos são agora conhecidos por usar ferramentas.
Em Setembro de 2006, um gorila com dois anos e meio da República do Congo foi descoberto por usar pedras para abrir frutos de palmeira dentro de um santuário de caça. Enquanto que esta foi a primeira observação do género para um gorila, há quarenta anos atrás os chimpanzés já tinham sido observados a usar ferramentas na natureza, a 'pescar' térmitas. Os hominídeos não-humanos são dotados de um "agarrar" semi-preciso, e são capazes certamente de usar quer ferramentas simples como até armas, improvisando um taco a partir de um ramo caído.
Em Setembro de 2006, um gorila com dois anos e meio da República do Congo foi descoberto por usar pedras para abrir frutos de palmeira dentro de um santuário de caça. Enquanto que esta foi a primeira observação do género para um gorila, há quarenta anos atrás os chimpanzés já tinham sido observados a usar ferramentas na natureza, a 'pescar' térmitas. Os hominídeos não-humanos são dotados de um "agarrar" semi-preciso, e são capazes certamente de usar quer ferramentas simples como até armas, improvisando um taco a partir de um ramo caído.
Saiba mais no: http://pt.wikipedia.org/wiki/Gorila
sábado, 20 de junho de 2009
Pelicano, que animal belo

Dicionário: Pelicano: Zoo. Ave marinha, pelicanídia.
O pelicano é uma ave da ordem dos ciconiiformes, antigamente pelecaniformes, família Pelecanidae. A sua principal característica é o longo pescoço que contém uma bolsa na qual armazena o alimento. Assim como a maioria das aves aquáticas, possui os dedos unidos por membranas. Os pelicanos são encontrados em todos os continentes, excepto na Antártida.
Eles podem chegar a medir 3 metros de uma asa a outra e pesar 13 quilogramas, sendo que os machos são normalmente maiores e possuem o bico mais longo do que as fêmeas. Pratica uma dieta restrita aos peixes, apesar de já ter sido documentado um pelicano a comer uma pomba.
Eles podem chegar a medir 3 metros de uma asa a outra e pesar 13 quilogramas, sendo que os machos são normalmente maiores e possuem o bico mais longo do que as fêmeas. Pratica uma dieta restrita aos peixes, apesar de já ter sido documentado um pelicano a comer uma pomba.
Espécies
Pelicano-vulgar, Pelecanus onocrotalus
Pelicano-rosado, Pelecanus rufescens
Pelicano-crespo, Pelecanus crispus
Pelecanus philippensis
Pelicano-australiano, Pelecanus conspicillatus
Pelicano-branco, Pelecanus erythrorhynchos
Pelicano-pardo, Pelecanus occidentalis
Pelecanus thagus
Pelos fósseis encontrados, sabe-se que os pelicanos existem há mais de 40 milhões de anos. Dois géneros pré-históricos são Protopelicanus e de Miopelecanus.
São também conhecidas, através de fósseis, um grande número de espécies extintas do género Pelecanus:
Pelecanus alieus
Pelecanus cadimurka
Pelecanus cauleyi
Pelecanus gracilis
Pelecanus halieus
Pelecanus intermedius
Pelecanus odessanus
Pelecanus schreiberi
Pelecanus sivalensis
Pelecanus tirarensis
São também conhecidas, através de fósseis, um grande número de espécies extintas do género Pelecanus:
Pelecanus alieus
Pelecanus cadimurka
Pelecanus cauleyi
Pelecanus gracilis
Pelecanus halieus
Pelecanus intermedius
Pelecanus odessanus
Pelecanus schreiberi
Pelecanus sivalensis
Pelecanus tirarensis
saiba mais no: http://pt.wikipedia.org/wiki/Pelicano
sábado, 13 de junho de 2009
Bicho-pau, bicho ou pau?

Bicho-pau é o nome dado aos insetos da ordem Phasmatodea que são semelhantes a um pedaço de madeira ou graveto. Ou seja, é muito confundivél a esses objetos.
Em algumas regiões os ortópteros da família Proscopiidae são também chamados por este nome.
É um insecto herbivoro e totalmente inofensivo. Nas cidades, pode ser encontrado em goiabeiras. Tem um ótimo disfarce contra predadores. A fêmea do bicho-pau põe cerca de 150 ovos. Também pode ter outros disfarces, parecendo com uma folha, seu disfarce é tão perfeito que ele até reproduz as nervuras e imperfeições da planta.
Uma curiosidade sobre o bicho pau é o seu andar, ele anda devagar e se balançando, assim ele simula um galho (ou folha) acariciado pelo vento. Quando adulto, os machos diferenciam-se das fêmeas por serem menores, mais finos e possuírem pequenas asas que lhe permitem realizar pequenos vôos. Sua reprodução pode ser sexuada ou assexuada (partenogênese).
Em algumas regiões os ortópteros da família Proscopiidae são também chamados por este nome.
É um insecto herbivoro e totalmente inofensivo. Nas cidades, pode ser encontrado em goiabeiras. Tem um ótimo disfarce contra predadores. A fêmea do bicho-pau põe cerca de 150 ovos. Também pode ter outros disfarces, parecendo com uma folha, seu disfarce é tão perfeito que ele até reproduz as nervuras e imperfeições da planta.
Uma curiosidade sobre o bicho pau é o seu andar, ele anda devagar e se balançando, assim ele simula um galho (ou folha) acariciado pelo vento. Quando adulto, os machos diferenciam-se das fêmeas por serem menores, mais finos e possuírem pequenas asas que lhe permitem realizar pequenos vôos. Sua reprodução pode ser sexuada ou assexuada (partenogênese).
sábado, 6 de junho de 2009
Os moluscos, animais de corpo mole.

O nome do filo vem do latim mollis ("mole"), característica do seu corpo, que geralmente é protegido por uma concha externa calcária e orgânica, resistente, de uma ou mais peças. Eles são animais de simetria bilateral, triblásticos, celomados, protostômios e não-segmentados.
Segundo um plano básico de organização, o corpo dos moluscos tem três partes: cabeça, pé e massa visceral, esta última constituída pelos sistemas digestório, reprodutor, circulatório, respiratório e excretor.
A malacologia é o ramo da Zoologia que estuda as dezenas de milhares de espécies de moluscos existentes, na maioria marinhos. Nesse ambiente eles estão adaptados aos mais diferentes modos de vida. Assim, há moluscos rastejantes (caramujos), fixos (ostras, mariscos), bons nadadores (lulas, polvos) e até flutuantes (Nautilus). Espécies terrestres são os caracois e as lesmas, e em água doce vivem também muitas espécies de caramujos. Há ainda aqueles que vivem permanentemente enterrados, deixando para fora da areia apenas os sifões, que são tubos para a entrada de água (com alimento e oxigênio) e a saída de água (com gás carbônico, excretas e fezes).
Nesses vários ambientes, eles têm grande importância nas cadeias alimentares, sendo detritívoros, consumidores de microorganismos, predadores que atacam grandes presas (crustáceos, peixes e vermes) e herbívoros que se alimentam de algas ou de folhas de plantas.
Segundo um plano básico de organização, o corpo dos moluscos tem três partes: cabeça, pé e massa visceral, esta última constituída pelos sistemas digestório, reprodutor, circulatório, respiratório e excretor.
A malacologia é o ramo da Zoologia que estuda as dezenas de milhares de espécies de moluscos existentes, na maioria marinhos. Nesse ambiente eles estão adaptados aos mais diferentes modos de vida. Assim, há moluscos rastejantes (caramujos), fixos (ostras, mariscos), bons nadadores (lulas, polvos) e até flutuantes (Nautilus). Espécies terrestres são os caracois e as lesmas, e em água doce vivem também muitas espécies de caramujos. Há ainda aqueles que vivem permanentemente enterrados, deixando para fora da areia apenas os sifões, que são tubos para a entrada de água (com alimento e oxigênio) e a saída de água (com gás carbônico, excretas e fezes).
Nesses vários ambientes, eles têm grande importância nas cadeias alimentares, sendo detritívoros, consumidores de microorganismos, predadores que atacam grandes presas (crustáceos, peixes e vermes) e herbívoros que se alimentam de algas ou de folhas de plantas.
sábado, 2 de maio de 2009
Jararaca

Jararaca é o nome comum dos répteis escamados pertencentes ao género Bothrops da família Viperidae. São serpentes peçonhentas, muito comuns no Brasil, em especial na região de Cerrado, onde se tem plantio de cereais, pois este tipo de cultivo favorece a presença de roedores, que são sua principal alimentação. Tem uma variação muito grande quanto a pele, ação da peçonha, e outras características.
Da peçonha dessa cobra, o professor brasileiro Sérgio Henrique Ferreira, da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (SP), descobriu uma substância útil para remediar a hipertensão. Mais tarde, a empresa americana Bristol-Meyer Squibb investiu recursos para continuação das pesquisas a partir dos estudos do Prof. Ferreira e atualmente é detentora da patente do princípio ativo captopril. Estima-se que a comercialização do captopril renda cerca de US$ 5 bilhões por ano à empresa farmacêutica.[carece de fontes?] Além do captopril vários outros medicamentos já foram produzidos a partir de toxinas de serpentes, como é o caso de alguns medicamentos anti-trombóticos (Defibrase e Reptilase). A ação desses medicamentos se baseia na ação das toxinas de serpentes do gênero Bothrops que são capazes de clivar o fibrinogênio do sangue e até mesmo "dissolver" coágulos já estabelecidos.
Da peçonha dessa cobra, o professor brasileiro Sérgio Henrique Ferreira, da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (SP), descobriu uma substância útil para remediar a hipertensão. Mais tarde, a empresa americana Bristol-Meyer Squibb investiu recursos para continuação das pesquisas a partir dos estudos do Prof. Ferreira e atualmente é detentora da patente do princípio ativo captopril. Estima-se que a comercialização do captopril renda cerca de US$ 5 bilhões por ano à empresa farmacêutica.[carece de fontes?] Além do captopril vários outros medicamentos já foram produzidos a partir de toxinas de serpentes, como é o caso de alguns medicamentos anti-trombóticos (Defibrase e Reptilase). A ação desses medicamentos se baseia na ação das toxinas de serpentes do gênero Bothrops que são capazes de clivar o fibrinogênio do sangue e até mesmo "dissolver" coágulos já estabelecidos.
Algumas espécies:
Jararaca-da-seca, Bothrops erythromelas
Jararaca-do-norte, Bothrops atrox
Jararaca-verde, Bothrops bilineatus
Jararaca-pintada, Bothrops pauloensis
Jararaca-verdadeira, Bothrops jararaca
Cotiara, Bothrops cotiara
Jararaca-ilhoa, Bothrops insularis
Jararacuçu, Bothrops jararacussu
Jararaca-cruzeira, Bothrops neuwiedi
Jararaca rabo-de-osso, Bothrops neuwiedi pauloensis Bothrops pauloensis
Jararaca Muriciensis, Bothrops muriciensis nova espécie descoberta
Urutu, Bothrops alternatus
As jararacas pertencem a familia viperidae e somente as familias viperidae e eperidae possuem as glandulas que produzem o veneno/somente essas duas familias possuem "integrantes peçonhentos.
sábado, 25 de abril de 2009
Tartaruga-Marinha

As tartarugas marinhas são animais solitários e possuem a audição, a visão e o olfato desenvolvidos, além de uma grande capacidade de orientação. Medem dois metros de comprimento e pesam 600 kg. As tartarugas marinhas podem ser vegetarianas, carnívoras e onívoras. Elas se alimentam de águas-vivas e de sua fauna acompanhante. Infelizmente, muitas vezes elas confundem sacos plásticos ou celofane com águas-vivas e morrem por indigestão. Sua boca não possui dentes, somente mandíbulas com bordas afiadas. Podem dormir na superfície quando estão em águas profundas ou no fundo do mar, sob rochas, em áreas próximas à costa.
O acasalamento começa com a fêmea escolhendo o macho para namorar e inicia-se com mordidas no pescoço e nos ombros. Uma fêmea pode realizar em média de três a cinco desovas para uma mesma temporada de reprodução, com intervalos médios de 10 a 16 dias. No Brasil, as desovas acontecem entre os meses de setembro e março. Os filhotes rompem os ovos e nascem após 45 a 60 dias de incubação em média. Eles podem ser atraídos pelas luzes das estradas ou dos hotéis na beira da praia, o que faz com que eles morram. Todo ano as tartarugas marinhas vão à praia para botar seus ovos. Muitas vezes seus filhotes são capturados por predadores, como por exemplo, caranguejos, abutres, polvos e peixes. Seus filhotes botam seus ovos na mesma praia em que eles nasceram. Normalmente de cada cem filhotes apenas um consegue sobreviver.Existem sete espécies de tartarugas marinhas:- Cabeçuda- De pente- Verde- Oliva- De couro- Flatback- Lora ou Kemps RidleySeu antepassado era Testudo Atlas e viveu no período Pleistoceno. Ele era o maior quelônio existente na Terra, com 2,5 metros de comprimento e pesava 4.000 kg. Viveu na Ásia (Índia).
As tarturugas marinhas estão ameaçadas de extinção e o projeto TAMAR tem o grande compromisso de salvar esse animal.
O acasalamento começa com a fêmea escolhendo o macho para namorar e inicia-se com mordidas no pescoço e nos ombros. Uma fêmea pode realizar em média de três a cinco desovas para uma mesma temporada de reprodução, com intervalos médios de 10 a 16 dias. No Brasil, as desovas acontecem entre os meses de setembro e março. Os filhotes rompem os ovos e nascem após 45 a 60 dias de incubação em média. Eles podem ser atraídos pelas luzes das estradas ou dos hotéis na beira da praia, o que faz com que eles morram. Todo ano as tartarugas marinhas vão à praia para botar seus ovos. Muitas vezes seus filhotes são capturados por predadores, como por exemplo, caranguejos, abutres, polvos e peixes. Seus filhotes botam seus ovos na mesma praia em que eles nasceram. Normalmente de cada cem filhotes apenas um consegue sobreviver.Existem sete espécies de tartarugas marinhas:- Cabeçuda- De pente- Verde- Oliva- De couro- Flatback- Lora ou Kemps RidleySeu antepassado era Testudo Atlas e viveu no período Pleistoceno. Ele era o maior quelônio existente na Terra, com 2,5 metros de comprimento e pesava 4.000 kg. Viveu na Ásia (Índia).
As tarturugas marinhas estão ameaçadas de extinção e o projeto TAMAR tem o grande compromisso de salvar esse animal.
sábado, 18 de abril de 2009
Blog em extinção
Reino – Internet
Filo – diHITT
Classe – Blogger
Ordem – Postar
Família – Blogueiros
Gênero – Blog
Espécie – Blog Animall
Caros amigos blogueiros, se vocês notarem o Blog Animall não é lá essas coisas, é como uma mosca, não serve prá nada. ERRADO: a mosca coloca seus ovos em carne morta no meio ambiente, sendo assim com suas larvas limpando o ambiente da sujeira orgânica (*corrija-me se estiver errado*). Do mesmo jeito o Blog Animall é assim, se aquele caro aluno que procura adoidado sua pesquisa na Google, e não encontra nem um site que tenha resumido o que procura, ele encontrará aqui alguns resumos do animal de sua pesquisa, então não vamos deixar esse blog morrer.
Se você quer ajudar esse blog, no mínimo ele tem que ter 30 visitas por semana e 1 comentários nos posts por dia, que no total é 120 visitas e 30 comentários por mês, seja solidário, em especial os biólogos que são blogueiros fanáticos. Caso este blog não tiver esses números em exatamente 1 mês, terei que sacrificá-lo. Obrigado por sua atenção.
SALVE O BLOG ANIMALL
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Caros amigos blogueiros, se vocês notarem o Blog Animall não é lá essas coisas, é como uma mosca, não serve prá nada. ERRADO: a mosca coloca seus ovos em carne morta no meio ambiente, sendo assim com suas larvas limpando o ambiente da sujeira orgânica (*corrija-me se estiver errado*). Do mesmo jeito o Blog Animall é assim, se aquele caro aluno que procura adoidado sua pesquisa na Google, e não encontra nem um site que tenha resumido o que procura, ele encontrará aqui alguns resumos do animal de sua pesquisa, então não vamos deixar esse blog morrer.
Se você quer ajudar esse blog, no mínimo ele tem que ter 30 visitas por semana e 1 comentários nos posts por dia, que no total é 120 visitas e 30 comentários por mês, seja solidário, em especial os biólogos que são blogueiros fanáticos. Caso este blog não tiver esses números em exatamente 1 mês, terei que sacrificá-lo. Obrigado por sua atenção.
SALVE O BLOG ANIMALL
sábado, 4 de abril de 2009
Ácaros "caseiros"
Nos últimos anos, os microscópicos ácaros domésticos têm sido muito estudados, descobrindo-se inúmeras espécies que vivem em grandes populações no pó acumulado em tapetes, carpetes, cortinas etc.
Eles se alimentam dos mais variados resíduos, como, por exemplo, secreções humanas, migalhas de alimentos, pêlos, descamações da pele, fibras vegetais etc.
São de difícil eliminação, pois, pelo tamanho, entranham-se nos colchões, em cantos não-arejados, no interior de móveis e pequenos objetos e em aparelho de ar-condicionado.
Em geral, os ácaros não causam maiores danos à nossa saúde, mas, para muitas pessoas, mais sensíveis, eles são os responsáveis por muitas reações alérgicas cujos principais sintomas são problemas na pele e em órgãos do sistema respiratório.
Eles se alimentam dos mais variados resíduos, como, por exemplo, secreções humanas, migalhas de alimentos, pêlos, descamações da pele, fibras vegetais etc.
São de difícil eliminação, pois, pelo tamanho, entranham-se nos colchões, em cantos não-arejados, no interior de móveis e pequenos objetos e em aparelho de ar-condicionado.
Em geral, os ácaros não causam maiores danos à nossa saúde, mas, para muitas pessoas, mais sensíveis, eles são os responsáveis por muitas reações alérgicas cujos principais sintomas são problemas na pele e em órgãos do sistema respiratório.
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